sábado, 15 de maio de 2010

Poetas do Amanhã



A poesia é uma forma de linguagem divertida capaz de cativar os pequenos alunos de maneira instigante. Por este projeto apresentei à turma estruturas textuais organizadas em poesia, levando-os ao aprendizado das primeiras letras através das leituras. Ainda nesse trabalho foram desenvolvidas atividades de expressão corporal e interpretação. Para fechar o projeto organizei um pequeno sarau onde os alunos fizeram a leitura/interpretação de algumas poesias. Para tanto confeccionei um lindo convite para que os alunos trouxessem a família para escola. Os miudinhos preparam lembrancinhas para eternizar esse momento. Confira!

Tempo de duração: 1 semana

Idade: 5 anos

Primeira aula:

Levei a poesia “Perguntas e respostas cretinas” de José Elias

Você conhece o João?
Aquele que joga balão?
Você conhece o Zé?
Aquele que tem cheiro de chulé?
Você conhece a Mara?
Aquela que tem cara de mala?
Você conhece a Esmeralda?
Aquela que usa fralda?
Você conhece a Marieta?
Aquela que faz careta?
Você conhece o Chico?
Aquele que lhe deu um penico?
Você conhece o Joaquim?
Conheço, mas chega ... e fim!
(Adaptada)

Atividade 1: Para que os alunos percebessem a existência da rima nos versos organizei uma caixinha colorida com diferentes cartelas. Em cada uma havia um desenho. Os alunos deveriam organizá-las de acordo com a terminação das palavras que as representavam. Dessa forma a cartela com o desenho de um CORAÇÃO deveria ficar no mesmo grupo daquela que tivesse o desenho de um FEIJÃO, por exemplo. Para facilitar o entendimento do exercício organizei juntos com os alunos as primeiras seis cartelas.

Atividade 2: Brincamos de rimar com os nomes dos alunos e depois com os nomes dos familiares, a exemplo da poesia de José Elias.

Segunda aula:

Li o número de poesias correspondente ao número de alunos usando alguns adereços para interpretá-las. Tomei cuidado para usar uma entonação de voz diferente para cada uma. Ao final das leituras lhes contei que aquelas seriam as poesias apresentadas no sarau Poetas do Amanhã e que por isso precisávamos fazer um sorteio para que cada aluno ficasse responsável pela a leitura de uma delas. Não foi necessário realizar o sorteio, pois as próprias crianças escolheram sem dificuldades aquela poesia, que deveria, a partir de então ensaiar até o dia do sarau.

Atividade: Os alunos fizeram um desenho sobre a sua poesia que foi emoldurado para exposição no sarau.

Terceira aula:

Fazendo a releitura de cada poesia pensamos juntos que lembrancinhas seriam confeccionadas para cada uma. Assim, neste encontro produzimos cartões e pequenos enfeites que também serviram de material de exposição.

Quarta aula:

Ouvimos a música “Aquarela” de Toquinho e a partir dela realizamos uma dinâmica. Cada aluno recebeu um envelope e dentro deste haviam duas palavras diferentes retiradas da letra da canção. Os alunos deveriam fazer os desenhos, em uma folha A3, com giz de cera, que representassem as duas palavras. Ao término dos desenhos, organizamos um círculo e ao som da música dançamos com eles nas mãos. Quando o cantor cantasse uma das palavras que havia “desenhado” o aluno deveria dançar no meio do círculo elevando seu desenho. Todos os alunos receberam a palavra arco-íris fazendo com que todos eles se reunissem no centro ao final da música. A criançada adorou a atividade de maneira que a repetimos com os pais durante o sarau como momento de integração entre alunos e familiares.
Quinta aula: Apresentei aos miúdos a poesia “A boneca” de Olavo Bilac

A BONECA


Deixando a bola e a peteca,
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.

Dizia a primeira: “É minha!”
— “É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.

Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.

Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.

E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca…


Atividade: Confeccionamos pequenas bonecas de algodão cru. Levei os moldes recortados e costurados, os discentes encheram o corpo das bonecas com retalhos de tecidos e pintaram os detalhes com tinta guache. Esse material também foi utilizado na exposição.

O sarau:

Decoração: O ambiente foi organizado de maneira aconchegante. Ao chão um grande tapete felpudo com várias almofadas coloridas de onde os convidados assistiram as apresentações. Em três varais haviam várias poesias coladas em cartolina colorida e presas com prendedores decorados. Na parede os desenhos feitos pelos alunos. Em uma bancada as lembrancinhas e demais materiais também produzidos pelos pequenos foram expostas.

Momento cultural: Para a abertura do evento convidei um contador de histórias para levar aos convidados a História o Balaio do Caio, toda em rima, contada a partir de materiais concretos.

Leitura dos artistas: Montei um pequeno palquinho forrado de TNT vermelho para que cada aluno subisse no momento de sua leitura. Eles puderam escolher um adereço que representasse sua poesia. Foram usados rosas, bichinhos de pelúcia e até fantasias!
Ao final do evento os pais foram convidados a recitar alguma poesia de sua preferência ou do varal exposto na sala. Assim, o sarau Poetas do Amanhã foi inesquecível!
Confira algumas imagens:


Baseado na poesia de Olavo Bilac








O convite








Eventos???















































































Eu e a Cabeluda somos uma benção, entretanto, às vezes, quase sempre, pelo menos assim foi durante toda a graduação passamos por alguns perrengues que não nos fizeram desaminar, mas confiar em nosso querido Deus, exercitando a fé. Para que você entenda, coloquei as fotos na sequência. Tudo começou com um convite da nossa orientadora para participar do Evento Diversidades das Culturas Infantis. Ansiosas e loucas para exibir nossas produções, organizamos todos os materiais para a exposição e ficamos esperando a hora de irmos. Na noite que antecedeu o evento, eu dormi na casa da cabeluda, a principio iriamos de ônibus, é claro, contudo chuveu tanto, mas tanto durante aquela noite que não havia condições para sairmos de casa e caminharmos até a parada com os materiais, chegariamos no evento com tudo destruído. Pai da Cabeluda, com seu fusca mais pra lá do que pra cá, se ofereceu para nós levar. Felizes e ao mesmo tempo preocupadíssimas, pois o fusquete poderia travar no meio do caminho fizemos nosso momento de intercessão e fomos embora. Ufffff, chegamos bem e o fusca não nos deixou na mão. As apresentações transcorreram conforme o que haviamos planejado, mas ao final, voltamos para casa de onibus é óbvio, exigir do fusquinha mais uma corrida seria muito abuso. Estávamos com a sensação de dever cumprido, mas podres....com fome e cansadas.....




































Cortina da vida




O objetivo da atividade foi através da construção de uma cortina de tecido valorizar e conhecer a história de vida de cada discente, respeitando a realidade e particularidade de cada família. Além de oportunizar momentos de interação, solidariedade, respeito e companheirismo. O desenvolvimento do projeto teve duração de uma semana e culminou com a exposição da cortina nas janelas da sala de aula. Antes dos quadrados de tecido, pinceis e tintas serem entregues as crianças, dois fantoches chamados Martelo e Marmela, respectivamente irmãos gêmeos foram contar através de um teatro a sua história de vida. Permeada de muita irreverência, diversão, alegria, improviso, fantasia e espontaneidade, os fantoches dividiram as fases de sua vida em diferentes etapas, como: tudo começou com o encontro da mamãe e do papai; certo tempo depois, mamãe e papai se casaram; aproximadamente nove meses depois nasceram e foram para casa; com o passar do tempo foram crescendo e crescendo chegando ao tamanho de 6 anos; a família é constituída por papai, mamãe e eles; moram em uma casa assim; além da família convivem com amigos na escola e vizinhos e quando crescerem querem ser. Nesta mesma estrutura de etapas, os discentes foram convidados a registrarem a sua própria história de vida a partir de desenhos e pinturas. Durante a construção da cortina percebemos a motivação e dedicação de todos em registrar os momentos que os constituem sujeitos pertencentes a uma família, escola e bairro bem como expressaram seus sonhos e desejos para o futuro. Além disso, conforme deixavam suas marcas nos panos de algodão cru iam conhecendo e aprendendo a respeitar as atuais formações familiares. No final, com a cortina pronta, pendurada na janela da sala todos, felizes e admirados com o trabalho, puderam visualizar a trajetória de vida de cada um, se tornando mais íntimos em suas relações a partir daquele momento.

Com vocês, o casal mais querido das crianças...


Senhor Alfabeto e Senhora Numeral
Fichamento
“Ah, porque não pensei nisso antes?” Quantas vezes nos fazemos essa pergunta ao longo de nossas vidas. Na caminhada acadêmica então, nem se fala. Só nos damos conta da importância de alguns detalhes quando já estamos prestes a nos formar. Claro, não foi diferente comigo! Só no último semestre do curso de Pedagogia, Anos Iniciais, é que percebi que tinha “ratiado” em não ter fichado os bons livros que li. Tantas leituras interessantes ao longo do curso, havia chegado o momento de resgatá-las para usá-las como fundamentação de minha proposta pedagógica. Quando me vi debruçada, em pelo menos, 20 livros, em uma pequena mesa da biblioteca da Furg percebi o quanto havia errado. Na mesma semana comprei um caderno e passei a anotar todas as idéias, atentando para a bibliografia e palavra chave de cada fichamento. É. A necessidade obriga-nos a dar valor aos conselhos que outrora foram nos dado. Quantas vezes os “veteranos” me disseram pra fichar os textos?! Quantos professores advertiram sobre a importância dos fichamentos?! Não dei ouvidos.... Então, em uma noite dessas conversava com uma “bixo” da Pedagogia, e ela me falava sobre os diversos trabalhos que tinha de fazer e de como estava cansada de tanta leitura. Conversa vai...conversa vem! Surgiu a dúvida de como fazer uma resenha, expliquei o que era necessário e minha amiga queixou-se uma vez mais: “Não sei como me organizar! São tantas leituras que já não sei mais o que escrever em cada trabalho. Estou misturando as idéias e os autores. Vou ter que ler o livro de novo.” Respondi rapidamente: Faça fichamentos! Depois de explicar do que se tratava ela deu a idéia: Porque não colocas isso no blog? Vai ajudar muiiiiito. Então, aí vai a explicação de como fiz meu caderno de fichamento!

Fichamento:

1 – Pegue um caderno grande e numere as páginas (reserve pelo menos três folhas para o sumário)

2 – Reserve três ou quatro páginas no fundo do caderno para a bibliografia dos livros

3 – Numere as páginas que serão utilizadas para as anotações.

4 -Vamos supor que sua primeira anotação seja a partir do seguinte parágrafo do livro Pedagogia da Autonomia:

“Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram do outro. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.”

5 – No caderno você anotará na página número 1, primeiro a palavra chave, entre parênteses, e em seguida o parágrafo entre aspas. Ao término da última frase anotará também a página de onde foi retirado o parágrafo. Ficando desse forma:

(ensino/pesquisa) “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram do outro. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.” (página 29)

6- No índice você anotará a palavra chave e ao lado entre parênteses o número da página em que foi feita o fichamento. Deixe o parêntese em aberto caso você faça outros fichamentos sobre o mesmo assunto você anotará ao lado o número da página das próximas anotações. Ficará assim:

*Ensino/pesquisa (1, .........

7 – Na última folha você vai anotar a bibliografia do livro, ao lado do número 1, afinal é a primeira obra que você fichará. Ficará assim:
1- FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa – São Paulo: Paz e Terra, 1996, 3º Ed.

8– Dessa forma quando você precisar de embasamento para os futuros trabalhos poderá procurar no índice as palavras chaves assuntos pertinentes e ainda terá a bibliografia de todas as obras já lidas até então.

9 – Não se esquece de observar as normas da ABNT para precisar os detalhes de citação em seus trabalhos científicos. Para anotação pessoal a forma supramencionada é de total validade.

Espero que essas dicas lhes sejam úteis em sua caminhada acadêmica!

Abraços
Fernanda (Cabeluda)

História e Geografia na Educação Básica.

Em nosso estágio também utilizamos o Senhor Alfabeto em uma perspectiva diferenciada englobando o faz-de-conta, a alfabetização, o letramento, a história e a geografia com crianças de 6 anos.
O Senhor Alfabeto foi apresentado aos alunos como um Senhor viajante, muito sábio que visitava as escolas para auxiliar as crianças nos momentos de escrita e leitura. Com a finalidade de certificar que havia estado em várias classes de alfabetização, o bom boneco de pano, carregava uma mala viajante com um diário de bordo repleto de textos, desenhos e imagens que, supostamente, os alunos e professoras haviam registrado no periodo que estiveram na companhia do boneco .
Nesta perspectiva, ao ler o que as professoras haviam escrito, observar as fotos e desenhos, os discentes conheciam a história de cada lugar, individuo e grupo de alunos bem como estabeleciam diferenças e semelhanças com as suas próprias histórias, partindo sempre da sua realidade, da sua origem. Para que as próximas escolas visitadas também conhecessem um pouco da nossa turma, do lugar onde vivemos e das relações que afirmamos mutuamente, questionamos as crianças as maneiras que poderiamos apresentar a nossa história. Não diferente, todos acordaram em realizar uma visita nas dependências e ao redor da escola utilizando a fotografia como forma de registro para compor o Diário de Bordo. Neste passeio, de forma subjetiva, trabalhamos conceitos de localidade, direção, pertencimento e identificação. Passeando com o Senhor Alfabeto, os educandos estavam em constante processo de leitura de mundo, aprendendo a ler o seu espaço, a pensar o espaço (Callai, 2005, 229) . Recordo que durante a caminhada surgiram muitos tópicos sobre o meio ambiente como: preservação, higiene, animais, clima, tempo/espaço etc. Questões especificamente geográficas e históricas possiveis de serem compreendidas e desenvolvidas com crianças de 6 anos.
Finalizando, disponobilizamos as fotos impressas para anexarem ao instrumento de registro do Senhor Alfabeto.
Michele

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ao som do ensino
-MPB na Educação Infantil-

“Na escola, criança tem de ouvir música de criança. E só música de criança, certo? Não. Nada mais falso.” Quando li a frase de Beatriz Santomauro encontrei respaldo para uma opinião que já carregava há muito tempo. A música é uma importante e valiosa ferramenta nas mãos de professores que fogem das aulas mnemônicas. Sou uma professora assim, que gosta de inovar. Resolvi, então, desenvolver um projeto de música popular brasileira com meus miúdos e para tanto pesquisei sobre o assunto na internet e encontrei os textos Sobre ritmos e sons da revista Nova Escola de agosto de 2008 e A importância a musicalização na educação infantil e no ensino fundamental (confira esta postagem). Além do PCN de Educação Infantil que reserva um espaço especial para música. O trabalho foi tão especial e rico que resolvi compartilhar com você. Confira!

Na primeira semana...

Fico assim sem você

No primeiro dia falei aos alunos sobre a existência do compositor para cada canção. Nesta, em questão, um homem a “inventou”, porém, uma mulher interpretou/cantou, ela chama-se Adriana Calcanhoto. Meditamos na letra da música e decidimos usá-la na homenagem para o Dia das Mães. Assim demos início à montagem de uma coreografia e a confecção de um presente. Confeccionamos porta almofadas em TNT vermelho com a palavra MAMÃE em lantejoula prata.





Ao lado da letra da música, no diário de bordo, um lindo desenho da mamãe!







A banda

A música de Chico Buarque na voz de Nara Leão proporcionou um dos melhores momentos desse ano. Para apresentar a canção aos discentes usei um marionete dançarino em uma caixa temática, o denominamos: Tião. As crianças adoraram a música e o boneco, aprenderam a letra com facilidade e a representaram por desenhos hilários. Claro, ao final da aula todos queriam fazer Tião dançar!




Algumas palavrinhas da canção sem a letra inicial para a organização no tapete alfabético
(confira postagem do tapete alfabético)




Velha infância

A canção dos Tribalistas nos levou a pensar sobre o amor! O que amor? Quais os diferentes tipos de amor? A quem amamos? Estas foram algumas questões levantadas em um gostoso diálogo com os pequeninos. Surgiu cada resposta! A partir dos comentários escrevemos um texto coletivo para anexar ao portfólio entregue aos pais no final do ano. No caderno de desenho, baseado no verso "...eu penso em você, desde o amanhecer, até quando eu me deito...", os alunos desenharam uma pessoa apaixonada pensando no seu amor durante as atividades de rotina de um dia.







Descobridor dos sete mares

Momentos interessantes foram vividos por causa da música de Lulu Santos. Quantas perguntas surgiram! O que são lampejos? O que é farol? O que são recifes? Os miudinhos aprenderam a prestar atenção na letra das músicas. Agora querem entender o que estão cantando.Vocês conhecem Iracema ou Itamaracá? –perguntei. Diante da negativa dos infantes apresentei-lhes as fotos dos lugares citados na canção e através de uma maquete do território brasileiro os localizamos, no mapa, com pequenas bandeirinhas. Chamei atenção para o fato de que todos os lugares ficam “pertinho” do oceano e por isso dizemos que essa região é litorânea. Terminamos a tarde “...transando as cores dessa vida...” e colorindo uma paisagem com tinta guache


Foi feito o desenho de uma paisagem a lápis e em seguida colorida com guache. Depois de seco foram feitos os detalhes do trabalho com canetinha preta.




O gato e pulga

“Inventada” e interpretada, também, por Adriana Calcanhoto, esta música contagiou a turminha com sua batida forte e animada. Por causa da letra simples a diversão ficou garantida e uma coreografia espontânea foi arriscada pelas crianças. Até a professora caiu na “pista”! Levei a letra da música para os alunos, em letra script, para que encontrassem as palavras GATO e PULGA e as circulassem.

Na segunda semana...

O pato pateta


Brincando com um dedoche de feltro a partir da canção de Toquinho e Vinícius de Moraes, os discentes riram muito das trapalhadas e travessuras do pato pateta. Nessa aula usamos o tapete alfabético (confira a postagem do tapete alfabético) para organizar algumas palavras aproveitando para sondar as hipóteses de escrita dos pequenos.

O que é, o que é?

Gonzaguinha contribuiu para a reflexão dos alunos sobre a vida. Perguntei: Sua vida é boa ou ruim? Porquê? Como começa a vida de uma pessoa? O que ela faz durante toda a sua vida? Depois de pensar sobre todas essas questões os alunos desenharam as etapas da vida de um ser humano representada pela figura deles. Dessa forma desenharam o nascimento, a atualidade, o futuro enquanto adultos e a idosos. Foi interessante perceber em alguns desenhos a presença da representação de relacionamento amorosos e filhos.


País tropical

Os discentes se divertiram com a letra de Jorge Bem Jor, ouviram e cantaram a música prestando atenção na mensagem trazida por ela. Depois de montar algumas palavrinhas da canção com o alfabeto móvel desenharam a bandeira deste país tropical com cola colorida!

Trem das onze

Quê tarde divertida! A música de Adoniram Barbosa interpretada pelo conhecido grupo paulista, Demônios da garoa empolgou a criançada, depois de entender a história contada pela canção a garotada “continuou” a trama dando um final engraçado. Com a participação de toda a turminha, foi decidido que o homem perderia o trem e sua passaria a noite sozinha e por isso ficaria muito zangada e magoada o proibindo de namorar. Como a namorada ficaria muito triste resolveram dar um final amistoso. O homem e sua mãe deixariam a casa de Jaçanã e passariam a morar com a namorada. Assim, enquanto o casal namorasse a mãe faria biscoitinhos pra eles! FIM!

No último dia

Retomamos todas as canções do projeto relembrando os cantores e os trabalhos realizados a partir de cada uma. Organizamos, então, um painel de todos os artistas registrando todos os detalhes por fotografias. Ao final da tarde dançamos muiiiiiito. Cada miudinho recebeu sua coletânea: “Ao som do ensino – MPB na Educação Infantil-“


Cada aluno ficou responsável pela escrita do nome de pelo menos dois artistas



O final do trabalho coletivo ficou assim.

Algumas outras atividades:

Baseado na música País Tropical

Bandeirinnhas na maquete do mapa brasileiro. O desenho do mapa foi coberto por cola e areia colorida, baseado na música Descobridor dos sete mares.




Abaixo de um dos versos da música A banda os alunos fizeram uma linda ilustração. Esta trata-se do trecho: "...a namorada que contava as estrelas parou..."