sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Mais um de meus trabalhos



Deus me deu mais um lindo presente este ano... a tutoria da Furg. Trabalhei com uma turma muito especial com alunas maravilhosas. A UAB me proporcionou ótimas experiências.


Queridas alunas de Mostardas foi uma benção de conhecê-las!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Plantando ideias

Este projeto foi aplicado na escola de Educação Infantil Gente Miúda, na cidade de Rio Grande, RS, onde trabalho. A turminha de Jardim III tem discentes de 5 a 6 anos. A idéia desse trabalho surgiu a partir da necessidade dos alunos em entender alguns acontecimentos observados no meio ambiente. A curiosidade natural dos miudinhos facilitou a escolha das atividades, a cada conversa algumas hipóteses eram levantadas, o mais gostoso disso tudo foi experimentarmos juntos algumas situações e chegarmos às conclusões coletivamente. Confira as atividades que realizamos:

1° dia:

Brincadeira de roda com a música o Cravo e a rosa. Expressão corporal através da letra da música. Conversa sobre as semelhanças entre o cravo e a rosa. A partir desta conversa foi introduzido o tema.

Painel confeccionado coletivamente com partes da planta para explicação. Os desenhos foram coloridos em grupo livremente.



2º dia:

– Leitura do livro “As fadas nos falam de... Generosidade” de Alex Cabreira e Rosa Maria Curto.
- Interpretação de texto no diário de bordo:

*Qual o título da história?

Qual o nome da fada que era egoísta?

O que significa a palavra egoísta?

A história conta que Hortência tinha uma macieira, como se chamam os frutos que nascem dessa árvore? Desenhe a macieira.

-Plantação de uma muda da flor “Boca de Leão” . Desenho do plantio da muda para o livro das plantas.


3º dia:

–História “A margarida friorenta” de Fernanda Lopes de Almeida. Interpretação oral de texto.

- Experiência: Conforme informações de um livro de ciências do ensino fundamental, colocamos uma flor branca em copo com água com tinta diluída. Os alunos receberam uma ficha de observação, nela havia um espaço para a escrita de hipóteses afim de que os alunos anotem suas idéias sobre o que aconteceria com a flor. Esta ficha foi utilizada para a confecção do livro das plantas. Cabe salientar que não houve nenhuma alteração visível com a flor, por isso como resultados os alunos anotaram a frase: “Nada aconteceu”. Em busca de respostas para o insucesso da experiência descobri que é necessária a utilização de anilina no ligar de “tinta”.

- Desenho e pintura de margarida em papel colorido, a palavra flower foi escrita ao pé da página com tinta branca.


4º dia:

–Estudamos e cantamos a música “Alecrim dourado”. Escrita da letra da música no diário de bordo. Observamos a erva de chá derivada do pé de alecrim.

-Explicação as diversidades de chás, calmantes, culinários, doces e amargos. Experimentamos 11 tipos de chás observando os aromas e colorações.

-Anotamos as características dos chás observados e experimentados em uma ficha para anexar no livro das plantas.


5º dia:

– Percussão corporal e musicalização com colheres ao som da música “Sopa” do grupo Palavra Cantada.

- Observação de legumes e confecção de sopa. Degustação da sopa e reconhecimento dos alimentos após o cozimento.

- Início do plantio da “floresta de legumes”, anotação de hipóteses em ficha de observação. Foram plantadas as cascas dos legumes. Anotamos em uma ficha, os procedimentos do plantio e as hipóteses de acontecimentos futuros para anexar no livro das plantas.


6º dia:

– Como nascem as plantinhas? Era um dos vários questionamentos levantados pela criançada. Neste dia foram explicados aos alunos a semeadura e o brotamento. História da “Sementinha que não queria nascer”(conforme link exibido abaixo). Foram observadas as características das sementes de abóbora, girassol, cebolinha, alpiste, hortelã e malva. Ao redor da floresta de legumes foram depositadas as sementes. Cada aluno plantou uma semente diferente e colocou uma “plaquinha” com o nome da planta logo a frente. Os procedimentos desse trabalho também foram anotados para a confecção do livro das plantas, bem como as hipóteses dos discentes.
Para o entendimento do brotamento seria feita uma experiência uma batata doce. Iríamos colocar dentro de um copo com água pela metade uma batata doce que estivesse com pequenos brotos em exposição. Porém, as atividades anteriores ocuparam bastante tempo, de maneira que essa experiência não foi realizada. Expliquei o brotamento apenas por imagens do livro didático.

– Confeccionamos um monstrinho com meia de nylon, alpiste e serragem, com cerca de 10 cm de altura. Com a meia foi feito um saco, no fundo foram colocados 2 ou 3 cm de alpiste e o restante do espaço ocupado com serragem. A meia foi amarrada e umedecida, a parte da serragem ficou para baixo, assim, quando os brotos de alpiste surgiram representaram os cabelos do monstrinho.


7º dia:


–Aula sobre polinização. Utilizei imagens dos livros didáticos para ilustrar a explicação. Os discentes representaram no caderno através de desenho as duas formas de polinização passo a passo.

- Ditado de 10 palavras utilizadas nas aulas anteriores e pintura do desenho da abelha rainha. Registro do processo de polinização para o livro das plantas.

- Observação das plantações da “Boca de leão” e floresta de legumes e anotações nas fichas.


8º dia:

– Explicação sobre a fotossíntese com o apoio das imagens de livro didático de ciências. Desenho sobre fotossíntese feito pelos alunos para o livro das plantas.

– Experimento: Pegamos vasinho com a flor e envolvemos uma das folhas com papel e fita adesiva. Perguntei aos alunos o que aconteceria com a folha coberta que seria desprovida da luminosidade do sol. As hipóteses foram anotadas para o livro das plantas. Após uma semana, conforme solicitado no livro didático, retiramos o embrulho e as crianças perceberam que “Nada havia acontecido!” Os alunos concluíram que era necessário que deixássemos mais alguns dias a folha embrulhada para que houvesse alguma reação.

História “O campo dos girassóis”. Em seguida os alunos desenharam a interpretação da história.
( http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/10/08/o-campo-de-girassois/)

– Observação de imagens de plantas carnívoras, explicação sobre as características dessa espécie.

- Passatempos conforme links:

- Escolha uma das plantas carnívoras que conheceste e desenha no livro das plantas.

- Montar com o alfabeto móvel as palavras: planta, flor, semente, folha, árvore, caule, fruto e floresta. Depois de montar as palavras os alunos separaram as sílabas com a orientação da professora.

- Observação do estado de todas as experiências e registro das mudanças.

– Observe a cena e crie uma história. Em uma folha havia o desenho de duas crianças plantando uma flor.






Mergulhando os monstrinhos na água para a germinação da semente de alpiste






Plantamos no meio do vaso as cascas dos legumes utilizados para fazer a sopa, e ao redor plantamos algumas sementes.


A catalogação das sementes



Plantando a floresta de legumes








A tarde dos chás



Pintura da história "A margarida friorenta"





A nossa florzinha:"Boca de leão"














sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Olá amados e amadas colegas!!!!!

Vocês devem estar sentindo falta de novas postagens...pois é, estou trabalhando em um projeto muito legal de ciências naturais com meus miudinhos. Assim que tiver aplicado todas as ideias as colocarei aqui pra vocês! Estou amando cada descoberta, fizemos alguns experimentos, observações e para fechar o projeto organizamos uma feira de ciências. Fiquem espertos, logo colocarei tudinho aqui, com muitas fotos!!!


beijinhos


Fernanda Cabeluda!!!!!

domingo, 25 de julho de 2010

Textos Prescritivos

Mais um projeto realizado com minha turminha...pois e, estou aqui para compartilhar com vocês colegas mas uma de minhas experiências. Essa semana trabalhei com meus pequeninos a diferença textos. Como já havíamos aprendido sobre um pouco sobre o assunto através dos jornais no projeto "Gazeta Miúda" (veja esta postagem também nesse blog) resolvi mostrar aos alunos outras formas de escrita. Montei então um projeto baseado em receitas culinárias e bulas de remédios. Tivemos momentos interessantes de aprendizagem! Os pequenos aprenderam a importância das bulas, identificando o nome dos remédios. A leitura das receitas e a preparação dos alimentos passo a passo empolgaram a criançada, vale a pena conferir.
Projeto
Textos prescritivos

Período: uma semana

Justificativa: “Os textos prescritivos são os que contêm informação acerca do modo de realizar uma atividade: são instruções. Podem ser simples, como a recomendação de uma atividade escolar, ou complexos, como uma lei parlamentar. (...) estes textos requerem maneiras muitos concretas para serem escritos e lidos. E é preciso ensinar essas maneiras na escola desde muito cedo.” http://www.smec.salvador.ba.gov.br/ em 10/07/2010.

Objetivo Geral: Através deste trabalho pretendi que os alunos não apenas entendessem a diferença entre um texto informativo e um prescritivo, mas que também produzissem os seus. Foram utilizadas receitas culinárias e bulas de remédio para que os discentes percebessem a diferença entre informações e instruções/prescrições.

Objetivos Específicos: Ao final do projeto os alunos:

*Diferenciaram receitas culinárias de bula de remédio;
*Escreveram receitas culinárias;
*Leram e seguiram passo a passo uma receita culinária;
*Escreveram uma receita culinária;
Planos
Segunda-feira

–Foram apresentados aos alunos três tipos de textos, informativo publicitário, bula de remédio e receita culinária.
–Perguntas: Que tipos de textos são esses? Para que servem? O que esses textos possuem em comum? O que esses textos possuem de diferentes?
–Os alunos selecionaram dentre um grupo de textos as receitas culinárias. Depois de explicaram o porquê da escolha destes. Porque achavam que os tais textos eram receitas.
–Para a preparação de um sanduíche utilizei um cartaz com dicas de higiene. Seguimos passo a passo a receita de um sanduíche de presunto, queijo, maionese, tomate e alface. Cada um vai montou o seu sanduíche.

Terça-feira

–Foi pedido que os alunos trouxessem uma receita de casa. Cada um apresentou a sua e em seguida colou no caderno de desenho devendo fazer a lustração de cada passo da receita.

Quarta-feira

–Exploramos a estrutura de uma receita: Titulo, ingredientes e modo de preparo. Foram dadas aos alunos em desordem as partes de uma receita, eles deveriam colá-la no diário de bordo na maneira correta.
–Apresentei a turma a imagem de um bolo de chocolate. Eles “inventaram” a receita com as três partes acima citada e escrevê-la no diário de bordo.


Quinta-feira

–Exploração de várias bulas de remédio. Observação das semelhanças e diferenças. Conversa sobre o conteúdo destes textos e a importância deles.
–Observação dos rótulos e embalagens dos remédios e as suas “semelhanças” quanto a escrita do nome do remédio na bula. (O nome do remédio deve coincidir com a escrita no rótulo, embalagem e bula, para evitar perigosas distrações). O uso de remédios sob prescrição médica e sob orientação de um adulto.
– Mistura entre embalagens e bulas de remédio para que os alunos encontrem os pares. Colagem dos pares no caderno de desenho.

Sexta-feira

–Brincadeira. Receitas culinárias e bulas de remédio misturadas para organização no *tapete alfabético (confira neste blog a postagem).
–Montagem com alfabeto móvel de, pelo menos cinco palavras utilizadas como base no exercício anterior, de acordo com a escolha de cada aluno.
- Ditado: remédio, receita, doente, fome, comida, bolo, ingrediente, bula, médico, cozinha.
Ao longo da semana adaptei algumas atividades para atender as necessidades da turma. Cabe a você adaptar essas ideias para que fiquem de acordo com o seu grupo.
Abraços carinhosos
Fernanda Cabeluda!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Gazeta Miúda

Queridos.... eu já estava morrendo de saudades! Estava preparando novidades pra vocês. Esta semana desenvolvi um projeto que há tempos tinha em mente. Como nosso blog fala de experiências não poderia colocar as ideias sem antes testá-las. Acredito que é de extrema relevância que se ofereça diversos tipos de textos as crianças para que elas tenham a percepção social da escrita. O jornal é um excelente veículo de comunicação e passível de leitura e interpretação mesmo pelos pequeninos. Não podemos esquecer que a leitura e a interpretação vai muito além da decodificação dos signos linguísticos, faz-se necessário que o leitor tenha entendimento cultural e social dos assuntos que os cerca. Crendo nisso levei um amontado de jornais para minha turminha de Jardim III. Os alunos exploraram o material, "leram" e interpretaram as notícias. Preparei um material sobre a história do jornal impresso no Brasil e no mundo. Visitamos um dos jornais locais e aprendemos como se produz de fato um jornal e para fechar nosso projeto confeccionamos a Gazeta Miúda, um informativo com assuntos da escola. Ficou maravilhoso. Confira o projeto e plano:

Projeto:

Título: Gazeta Miúda
Período: uma semana
Justificativa: “A linguagem constitui a criança e também a insere no mundo, permitindo a interação com diferentes universos (...). As crianças de 6 anos já dispõem de importantes habilidades comunicativas que oferecem a elas inúmeras possibilidades e compreender o mundo que as cerca, ao se utilizar dessas habilidades para saber mais sobre as coisas . Nesse momento ficam mais nítidas as múltiplas “funções da linguagem...”.
Objetivos Gerais: Durante o período deste trabalho serão proporcionados aos discentes diversos momentos de interação, exploração, reflexão e apropriação de ideias, conceitos e hipóteses trazidas pelos jornais . A partir da história do jornal os pequenos poderão perceber como são produzidos os jornais atuais e construirão um periódico da escola para a culminância do projeto.

Objetivos Específicos:
Ao final do projeto o aluno deverá ser capaz de:
*Compreender o surgimento do jornal;
*Perceber a função lingüística e social do jornal impresso;
*Perceber as divisões organizacionais do jornal (esporte, lazer, política, moda...);
*Identificar o trabalhos dos diferentes profissionais envolvidos na produção de um jornal;
*Elaborar um informativo da escola.

Plano:


Segunda-feira


– Cada aluno receberá um jornal para observação. Depois de explorar o conteúdo, os discentes deverão escolher uma imagem que lhes chamem a atenção e deverão interpretá-la, tentando entender a notícia que esta imagem representa. Depois que todos os alunos “lerem” suas imagens a professora fará a leitura do texto que as acompanha, ressaltando os acertos dos alunos.


–A professora dará um pequeno texto recortado de um jornal para cada aluno. O texto deverá ser colado no caderno de desenho, ao lado os discentes deverão fazer a ilustração da notícia como se fosse a fotografia daquela matéria.


– Um aluno por vez sorteará uma letra do alfabeto, em seguida deverá encontrar no seu texto duas palavras que iniciem com essa letra, marcando-a com canetinha amarela.


Terça-feira


–História do jornal em Power point.


– Atividade de tipografia e xilografia no caderno de desenho.


XILOGRAVURA


Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução de imagens e textos sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo inversamente parecido com um carimbo já que o papel é prensado com as mãos sobre a matriz.
A técnica exige que se entalhe na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações dentro da técnica, como a xilogravura de topo.


Retirado : http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura


Material: Bandejas de isopor, palitos variados, 1colher de sopa de guache, rolinhos ou pincéis, tesourae pano para limpar as mãos.Desenvolvimento:1. Corte as abas da bandeja de isopor; com o lápisbem apontado passe o desenho para o isopor deixandosulcos; com o palito aprofunde as marcas aumentandoos sulcos sem furar o isopor.2. Coloque em uma outra bandeja de isopor umpouco de guache, espalhando-o numa camada fina;passe o rolinho no guache, preenchendo-o completamentecom a tinta; passe o rolinho sobre o desenho no isopor.3. Vire o desenho sobre o papel sulfite e aperte-opara imprimir; retire o isopor com cuidado, puxando-ona diagonal pela ponta. Deixe secar.– Abaixo do desenho xilografado o aluno deverá escrever o seu nome por tipografia em letras de E.V.A.


– Colagem de imagem de jornal. A imagem será recortada em tiras, estas deverão ser organizadas e coladas como um quebra-cabeça.


Quarta-feira


– Visita ao Jornal Agora


–Registro da visita no diário de bordo.


Quinta-feira


–Distribuição de tarefas entre os alunos para a organização e montagem de um informativo da escola: “Gazeta Miúda”. O informativo trará breves informações sobre os projetos que estão acontecendo em cada turma da escola, além de divulgar as próximas festividades e principais acontecimentos, como a festa do dia dos pais e o endereço do blog da escola.


– Visita nas salas para entrevistas e fotos.


Sexta-feira


–Montagem e ajustes do informativo. Produção ilustrativa e escrita para enriquecimento do jornal do Jardim III.


Ob.: Montei o jornal com Microsoft Office Publisher






domingo, 13 de junho de 2010

Brincando com a luz descobre-se a sombra


Tema: Luz e sombra
Período: uma semana
Turma: Jardim III (de 5 a 6 anos)



Justificativa: “As crianças exploram o espaço ao seu redor e, progressivamente, por meio da percepção e da maior coordenação de movimentos, descobrem profundidades, analisam objetos, formas, dimensões, organizam mentalmente seus deslocamentos. Aos poucos, também antecipam seus deslocamentos, podendo representá-los por meio de desenhos, estabelecendo relações de contorno e vizinhança. Uma rica experiência nesse campo possibilita a construção de sistemas de referências mentais mais amplos que permitem às crianças estreitarem a relação entre o observado e o representado.”

Objetivos Gerais: Por meio deste projeto almeja-se desenvolveu-se nos discentes a capacidade de observação de diferentes iluminações e sombras proporcionadas pela jogo de localização dos objetos e corpos num dado ambiente.


Planejamento


Segunda-feira

– Observação da imagem de várias crianças brincando com a luz do sol e a sombra de seus corpos. Comentários.

– Ida ao pátio pata observação das sombras dos objetos, plantas e colegas. Brincadeira de “Caça à sombra”. ( Os alunos deverão encontrar a sombra citada pela professora. Ex: Sombra da árvore, do escorrega, do colega “Tal”, etc...)

- Leitura do texto “O que é, o que é?”

– Respondendo oralmente as Adivinhações:
O que é , o que é, é pra andar mas não anda? Rua
O que é , o que é, é surdo mas conta tudo? Livro
O que é , o que é, é cai em pé e corre deitada? Chuva
O que é , o que é, tem coroa mas não é rei. Tem escamas mas não é peixe? Abacaxi

–Desenho das respostas das adivinhações ora respondidas. Devendo organizá-las na ordem em que as perguntas foram feitas. Rua, livro, chuva e abacaxi, exercitando a memória.

Terça-feira

–Atividade: Relação de imagem e sombra (silhueta) de objeto, animal ou pessoa.


–Distribuição de envelopes com diversas silhuetas de diversos objetos, representando as sombras deles, e o respectivo desenho para associação. Assim, para o desenho de uma flor, haverá também no envelope a silhueta da mesma imagem.


– Cada aluno recebeu um pequeno envelope, dentro dele estavam quatro “sombras”, mas não os desenhos que os representavam. Dessa forma, os discentes tiveram que perceber que objeto tal sombra representava. Todos os envelopes tinham as mesmas sombras. Após terem percebido as formas os alunos escreverão, segundo suas hipóteses, as palavras que os denominavam. Nessa atividade esperava-se que o aluno representasse através de letras ou símbolos a percepção que tem de cada palavra


– Os alunos colaram as “sombras” ao lado de cada “palavra” escrita por eles, de acordo com a denominação de cada uma.


– A professora escreveu com a participação dos alunos, no quadro, as palavras da maneira correta, a fim de que percebessem os possíveis enganos. Em seguida, escreveram abaixo das palavras ora escritas espontaneamente as palavras corretas.


Quarta-feira


– Teatro de sombras com silhuetas dos personagens. Foi contada a história da Cinderela de maneira diferenciada, improvisada e divertida.


– Os alunos confeccionaram as sombras dos mesmos personagens a partir de desenhos em cartolina. Em seguida contaram a história utilizando uma lanterna e um tecido branco.


Quinta-feira


–Projeção de desenhos com celofane e lanterna. Os desenhos foram feitos com caneta de projetor. Ao final da demonstração os alunos fizeram os próprios desenhos no celofane e experimentaram a atividade.


– Os alunos levantaram hipóteses para a explicação do fenômeno ora apresentado, dando sugestões de variações desta, pensando que outros materiais poderiam ser utilizados para a passagem da luz, experimentando, na medida do possível, as hipóteses.


– Montagem da palavra sombra com alfabeto móvel imantado. Desafio: montar outras palavras iniciadas pela letra S.(serão trabalhadas, no mínimo duas palavras e no máximo quatro)


– Atividade: Encontre no jornal três palavras que tenham a letra no início e três com a letra s no final. Em seguida cole no diário de bordo.



Sexta-feira


– À sombra de uma árvore: foram realizadas diversas atividades.


*Joguinhos: memória e tampinhas do tapete alfabético (os alunos deverão encontrar as tampinhas que tiverem desenhos os quais tenham a palavra que os representa escritas com a letra S)


*Histórias: Foram lidas duas histórias enquanto os alunos estavam deitados na grama. Em seguida eles foram instigados a escolher um livro para ler deitados.


*Lanche: Piquenique.


*Brincadeira livre!




O mistério da torneira


Tema: Água
Período: uma semana
Turma: Jardim III (de 5 a 6 anos)

Justificativa: “A compreensão de que há uma relação entre os fenômenos naturais e a vida humana é um importante aprendizado para a criança. A partir de questionamentos sobre tais fenômenos, as crianças poderão refletir sobre o funcionamento da natureza, seus ciclos e ritmos de tempo e sobre a relação que o homem estabelece com ela, o que lhes possibilitará, entre outras coisas, ampliar seus conhecimentos e rever e reformular as explicações que possuem sobre eles.” (PCN da Educação Infantil)

Objetivos Gerais: Por meio deste projeto os alunos puderam, através da ludicidade, descobrir a origem da água que sai das torneiras. Os benefícios que ela proporciona, a importância de sua utilização com responsabilidade e alguns outros aspectos relacionados ao assunto.
Planejamento

Segunda-feira:

Atividade de abertura: Chegou na sala de aula um envelope preto com um ponto de interrogação vermelho recortado em cartolina laminada. Dentro do envelope havia uma folha com o seguinte texto:


Caros miúdos...

...preciso da ajuda de vocês para resolver um grande mistério. “O mistério da torneira”. Várias crianças do mundo querem saber de onde vem a água que sai das torneiras. Tenho muitas idéias e muitas dúvidas também. Por favor, descubram pistas...

...manterei contato.


Detetive Augá


– Resposta oral, desenho e escrita da pergunta: Onde encontramos água?

– Observação do mapa mundial e percepção da quantidade de terra e de água no planeta.

– Música: Planeta Água. Encontraremos na letra da música as palavras planeta e água.

– No caderno de desenho representação do mapa mundial com tinta guache. Anotação das descobertas do dia no diário de bordo para posterior passagem de informações a Det. Augá.

Terça-feira

–Dentro de saco preto com o ponto de interrogação vermelho coloquei o livro “As fadas nos falam de autoestima”. A história fala de uma fadinha que ficou encarregada de cuidar da água do planeta. Nas últimas páginas aparece a ilustração do ciclo da água, esta foi utilizada como base para a explicação de tal fenômeno natural. O saco preto foi deixado na pracinha em lugar estrategicamente deixado para que os alunos o encontrassem.

-Demonstração da mudança de estado físico da água com a utilização de gelo e água quente.
*uma pedra de gelo foi colocada em um pequeno prato, ao lado de um copo com água quente, para a observação da evaporação (fumaça). Em cima do recipiente com água quente foi colocado uma tampa e esperamos alguns minutos para o acúmulo de gotas e seguida demonstração aos discentes. No término do tempo os alunos perceberam que parte do gelo havia derretido e se transformado em água e o vapor do copo, acumulado na tampa, também havia se transformado em líquido.

– No caderno de desenho ilustração do ciclo da água e da experiência científica.

Quarta-feira

– Os alunos receberam uma ligação da Det. Augá. Ela deixou uma questão a ser discutida: “Pra que serve a água?”

– Ao término das hipóteses os alunos registraram no diário de bordo as conclusões, através de desenhos.

– Palestra do representante da Corsan sobre tratamento da água.

– Construção coletiva de um filtro artesanal com garrafa pet. Anotação das etapas da construção do filtro.

Quinta-feira

– Imagem de vídeo com mensagem da Det. Augá. Sua imagem total não foi vista pelas crianças aparecia apenas uma pessoa de costas com um grande chapéu e um casaco grande. Ela disse: “Miúdos vocês já sabem que encontramos água nos rios , mares, na chuva, pra que usamos a água, que ela deve ser tratada...enfim... Mas ainda tem uma coisa que eu quero que vocês descubram: Onde mais podemos encontrar água?”
Na gravação desta mensagem a Detetive mostrou aos alunos uma pequena caixa, dentro dela havia uma série de figuras, os alunos deveriam descobrir quais delas representam itens que contém água. Entre as figuras haviam frutas, legumes, animais, pessoas, e outros objetos. Os discentes receberam a tal caixa para organizarem de acordo com suas hipóteses as figuras em dois grupos: Contém água e Não contém água. Preparei duas amostras para demonstração da existência de água, uma fruta e um legume.

-Organização de dois painéis com a colagem das figuras.

Sexta-feira

– Uma garrafinha com água suja será deixada na janela da sala com uma etiqueta (Aos cuidados do Jardim III). Na etiqueta haveia vários pontos de interrogações e uma assinatura: Det. Augá. O conteúdo foi analisado e a professora iniciou uma conversa sobre poluição.

– Observação de imagens de água poluída, como rios e lagos.

– Causas da poluição da água, conclusões dos alunos escritas em texto coletivo.

– Atualização das informações descobertas sobre a água no diário de bordo e carta final para Detetive Augá.

– Colagem de lã azul na palavra água em inglês.